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31/01/2018 - 11h35m

Projeto "Sorriso de Plantão" é destaque no Espaço Livre

Iniciativa filantrópica é baseada na ludoterapia em hospitais e está com inscrições abertas para novos voluntários

Projeto "Sorriso de Plantão" é destaque no Espaço Livre

Élder Salustiano e Dariana Tavares, voluntários do Projeto "Sorriso de Plantão", com o radialista Marcos Vasconcelos

Na manhã desta quarta (31), os arredores da Rádio Difusora de Alagoas estiveram cheios de alegria. Participantes do projeto "Sorriso de Plantão", uma parceria de extensão universitária entre a Uncisal e a Ufal vieram ao programa Espaço Livre divulgar a seleção para novos voluntários. A ação tem como intuito ajudar na recuperação de pacientes por meio de atividades lúdicas.

Sobre o projeto

Os integrantes se caracterizam de palhaços doutores e se dispõem a compartilhar seus sábados em hospitais utilizando a Arte do Clown, Ludoterapia, Musicoterapia e Contação de Histórias para oferecer injeções de ânimo e doses de bom humor. As visitas possuem um caráter terapêutico e fazem parte do tratamento médico hospitalar.

O estudante de fonoaudiologia Élder Salustiano, integrante do grupo e palhaço-doutor, conta que o "Sorriso de Plantão" surgiu em 2002, quando a professora e enfermeira Maria Rosa resolveu concretizar a ideia no estado. "Ela teve o contato com uma estudante de medicina que conheceu os doutores da alegria e resolveu trazer essa ideia para Alagoas, como coordenadora".

Atualmente, Élder ressalta, o projeto conta com 102 participantes e atende cinco hospitais. Entre as instituições contempladas estão o Hospital Universitário Professor Alberto Antunes (HU), Hospital Geral do Estado de Alagoas (HGE), Hospital Escola Dr. Hélvio Auto, Santa Casa de Misericórdia de Maceió - Unidade Farol e Clínica Infantil Daisy Breda.

Sobre a seleção

As inscrições poderão ser realizadas até o dia 23 de fevereiro. Para participar, o candidato deverá preencher um formulário disponível no site do projeto e deve anexar o cartão de vacina atualizado, comprovante de Inscrição em universidade, RG, CPF e comprovante de Residência.

Dariana Tavares também é voluntária, e explica ao radialista Marcos Vasconcelos que a seleção é realizada em duas etapas: "A primeira fase é uma prova escrita sobre experiências de casos que aconteceram com os palhaços-doutores. E a segunda é uma prova artística, onde você pode dançar, cantar, contar história, qualquer coisa, a ideia é expor seus talentos e como você pode contribuir com o grupo", salienta.

Importância da ação humanitária

Para Élder, a experiência de atuar como palhaço-doutor é transformadora. "Eu cresci como pessoa, aprendi a ter mais empatia, tenho certeza que vou sair um profissional melhor e mais consciente na forma de enxergar o paciente", relata.

Já Dariana diz que transmitiu o aprendizado no projeto para a formação universitária, e destaca os benefícios pessoais advindos da extensão. "Alguns exercícios que eu aprendi no sorriso eu levei para o tratamento com pacientes na fisioterapia, enquanto como pessoa eu pude evoluir e aprendi que uma pessoa não é só a doença que ela tem".

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