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16/02/2018 - 23h45m

Organização financeira após o Carnaval é discutida no Espaço Livre

Economista deu dicas de como planejar melhor as finanças para o resto do ano

Organização financeira após o Carnaval é discutida no Espaço Livre

“O carnaval acabou, agora é que o ano começa”. Essa é uma frase comum e muito citada entre os brasileiros. Gastos posteriores ao início do ano, como os provenientes de lazer e educação, são comuns nas casas da maioria dos brasileiros. Para falar sobre como aplicar a renda mensal de forma correta, o economista Lucas Barreto foi ao Espaço Livre.

Lucas instrui que o estágio inicial para alcançar a melhoria na aplicação financeira é planejar. “A primeira dica que a gente tem é você poder escrever, anotar todas as despesas diariamente que você tem para o mês e para o ano, desse jeito você pode visualizar todas as despesas para o mês. A partir do momento que você detalha, você passa a ter um melhor controle", ressalta.

O economista também explica que não há problema em buscar experiências que necessitam de uma maior renda, contanto que o indivíduo esteja ciente da organização. “A gente tem que sonhar mesmo, colocar no papel o que a gente almeja, se é uma grande compra, se é um carro, se é uma viagem para o exterior. Primeiro a gente sonha, depois a gente planeja", orienta.

Principais gastos

Números do Serasa Experian de Inadimplência do Consumidor, de 2017, apontam que o número de pessoas com dívidas em atraso no Brasil chegou a 61 milhões, sendo a maior taxa desde 2012.

De acordo com Lucas Barreto, os principais gastos do brasileiro médio são por conta de juros. “A gente tem que estar atento às cobranças de juros, a gente acaba pagando só juros muitas vezes sem usufruir do produto em si", afirma. A taxa de juros cobrada dos consumidores brasileiros que não pagam o valor total da fatura do cartão chega a 475% ao ano, de acordo com o Banco Central.

Marcos Vasconcelos, apresentador do Espaço Livre, cita na entrevista um caso pessoal de endividamento por juros, no qual a taxa chegou a ser maior que o valor da compra.

Além dos cuidados com os juros, o economista alerta os ouvintes sobre o cheque especial. Segundo ele, “a gente não pode usar esse artifício como renda complementar”. 

O programa vai ao ar diariamente a partir das 9h30 e tem produção de Ulisses Abílio.

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