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25/03/2011 - 09h15m

O universo da prostituição no “Revista do Cinema Brasileiro”

Programa traz entrevista com a atriz Fabiula Nascimento e depoimentos de Deborah Secco

O universo da prostituição no “Revista do Cinema Brasileiro”

Entrevistas com atrizes do filme "Bruna Sufistinha".

Iranei Barreto e Assessoria da TV Brasil


O Revista do Cinema Brasileiro deste sábado (26), que vai ao ar às 20h30, pela TV Educativa de Alagoas (TVE), investiga as personagens estigmatizadas pela prostituição no cinema brasileiro. Sucesso de bilheteria, o filme Bruna Surfistinha, de Marcus Baldini, é o exemplo mais recente do interesse pela vida das prostitutas.

 Considerada como a profissão mais antiga do mundo, entra filme em cartaz, sai filme de cartaz, as personagens que sobrevivem vendendo o corpo sempre estão lá.
A atriz Fabiula Nascimento interpreta uma das companheiras de profissão de Deborah Secco – protagonista da obra de Baldini – e, bate um papo no estúdio com a apresentadora Júlia Lemmertz. Ela, que estreou no cinema em Estômago, de Marcos Jorge, interpretando também uma garota de programa, revelou a diferença entre as duas personagens. Fabiula explica como foi a preparação para cada um dos papéis e como foi a transição do teatro para o cinema. Deborah Secco também estará no programa.


E não é só na ficção que este universo é explorado. O cinema documental também apontou suas lentes para a prostituição. Nesta edição, um pouco do que fez os diretores Joel Zito Araújo, de Cinderelas, Lobos e um Príncipe Encantado; e Gustavo Pizzi, de Pretérito Perfeito trabalharem essa temática. Eles revelam qual a dificuldade de vender este tipo de história e o que as retratadas pensam da vida que levam.


O programa mostra também a peça Navalha na Carne, de Plínio Marcos, através dos passos de Marta Paret, que interpreta uma prostituta. Entre a chegada ao hotel, onde a apresentação é feita, até a transformação na personagem, a atriz conta o porquê de interpretar o espetáculo em um cenário real e como surgiu a ideia desta montagem. Revela a diferença entre contracenar com o público ao redor ao invés da disposição de palco italiano, a mais tradicional. A matéria exibe imagens do filme homônimo, dirigido por Neville D´Almeida.


E ainda, diretores e atores falam se há constrangimento na hora de filmar as cenas que envolvem atrizes em papéis que personificam prostitutas, e contam como fazem para manter o ambiente confortável. O programa convida algumas profissionais da vida real a analisarem as da ficção. Comparam as situações e dizem se, de fato, parecem com as suas e se é coisa de cinema uma garota de programa se apaixonar pelo cliente e vice-versa.

 

Sobre o programa- A Revista do Cinema Brasileiro realiza a cobertura dos principais eventos e festivais de cinema em todo o Brasil. São entrevistas e matérias sobre filmes em produção, lançamentos e making offs brasileiros, além das novas tecnologias da sétima arte.

 Idealizado em 1995 pelo diretor e produtor Marco Altberg, com o objetivo de dar atenção à retomada do cinema nacional - comprovada em filmes como "Carlota Joaquina", de Carla Camurati, e "O Quatrilho", de Fábio Barreto -, a Revista do Cinema Brasileiro conquistou audiência e fãs de todas as idades dedicando-se a falar na Tv do cinema feito no Brasil. Hoje, é uma vitrine permanente para as produções audiovisuais de todo o País. O Apresentado por Júlia Lemmertz desde o primeiro dia. A produção é da EBC/TV Brasil e, em Alagoas, o Revista do Cinema Brasileiro é exibido pela TV Educativa, emissora integrante do Instituto Zumbi dos Palmares (IZP)

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