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31/03/2011 - 13h55m

Musicograma apresenta a nova Lapa de Ana Costa e Mariana Baltar

Programa traz depoimentos e musicais das duas cantoras

Musicograma apresenta a nova Lapa de Ana Costa e Mariana Baltar

Ana Costa


Iranei Barreto e Assessoria da TV Brasil


A Lapa, antigo reduto carioca de boêmios nas décadas de 20 e 30, é hoje palco de novos talentos. O Musicograma deste sábado (2), que vai ao ar às 21h30, pela TV Educativa de Alagoas (TVE), traz duas cantoras representantes dessa nova safra que surge no bairro: Ana Costa e Mariana Baltar. No programa, elas falam sobre suas carreiras e cantam músicas de Baden Powell, Vinicius de Moraes, João Bosco, Aldir Blanc, Arlindo Cruz, Monarco, entre outros.


Ana Costa relembra a época em que cantava no Roda: “Eu surgi com o grupo Roda que era o Roda de Saia, lá tocava meu violão”. Em 2006, a cantora lançou seu primeiro CD solo Meu Carnaval com arranjos próprios. Sambista da nova geração, ela explica a mudança ocorrida numa área que era dominada pelos homens: “As mulheres do samba estavam mais naquela função de fazer o coro de cantar junto para dar aquele brilho nas vozes”.


No programa, Ana interpreta É Sempre Assim, de Arlindo Cruz, Sombrinha e Marquinhos PQD; Falso Pai de Santo, de Monarco e Betinho da Balança; Sem Perdão, de Ana Costa, Mart’nália e Zélia Duncan, entre outras.


Com uma trajetória que também passou pela Lapa, Mariana Baltar chegou a dividir o palco com Ana Costa em um show no Rio de Janeiro. De bailarina a cantora, ela reafirma a influência da dança quando sobe ao palco como música: “Quis trazer para meu trabalho a minha bagagem como dançarina”. Admiradora de Aracy de Almeida, Mariana cresceu ouvindo música popular brasileira.


Na edição, ela fala sobre e canta a música Pressentimento de Elton Medeiros e Hermínio Bello de Carvalho. “Esse samba, além de ter uma letra linda, é o casamento perfeito entre música e letra”. Ainda no repertório da carioca Bala com Bala, de João Bosco e Aldir Blanc; Formosa, de Baden Powell e Vinicius de Moraes; Deixa Comigo e Uva de Caminhão, de Assis Valente.

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