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03/06/2011 - 08h55m

Estreia da nova série sobre seis animais em extinção

Luana Piovani apresenta o primeiro episódio: Onça Pintada

Estreia da nova série sobre seis animais em extinção

A onça pintada é um dos animais mais ameaçados do cerrado brasileiro

Kaká Marinho e Assessoria de Comunicação/EBC-TV Brasil

 

A TV Brasil começa a exibir na quarta-feira, 08 de junho, às 23h, a série Extinções, que abre com o episódio brasileiro Onça Pintada, dirigido por Maurício Dias e narrado por Luana Piovani. Trasmitido localmente pela TVE, são seis documentários sobre a vida de seis grandes animais que enfrentam seu pior inimigo: a extinção. Com imagens registradas em 17 países, a série retrata o drama de cada espécie diante da ameaça de destruição do seu ecossistema pelas mãos dos homens. O público poderá acompanhar cenas exclusivas e comoventes da luta pela sobrevivência do tigre, guepardo, orangotango, elefante asiático, urso polar e da onça pintada.
A série, uma coprodução da Grifa e Gullane (Brasil), Frederic Lepage Concepts (França), Oak 3 Films (Cingapura) e Greenspace (Canadá), alcançou a maior audiência (quantitativa e qualitativa) da TV Francesa no verão passado. Já foi exibida em mais de 50 países e, pela primeira vez, chega ao Brasil. Luana Piovani divide a narração dos seis episódios da versão brasileira com o ator Eduardo Moscovis. Todos os capítulos serão exibidos sempre às quartas-feiras, no mesmo horário, na emissora pública.

A história do episódio brasileiro se passa no Cerrado. A escolha da onça pintada para abrir a série internacional, se deve a três razões específicas: a raridade de informações sobre esse animal, a cruel disputa territorial em áreas isoladas e reduzidas e, em especial, a situação do cerrado brasileiro, um dos biomas mais destruídos – e menos divulgados – do país. A produção nacional contou com a parceria da TV Brasil e da Tetra Pak, e quem assina a direção é o cineasta Maurício Dias, que já produziu documentários para National Geographic e Discovery International.

Enquanto a onça pintada remete ao cerrado brasileiro, o guepardo traz os horizontes da savana Sul Africana e das Planícies do Irã. As selvas da Tailândia e de Burma são os últimos refúgios do elefante asiático. Nas florestas da China, os documentaristas acompanham o derradeiro ano de vida da última tigresa em liberdade. Nas selvas da Malásia e da Indonésia, o orangotango sobrevive à caça predatória e à destruição de seu habitat . E nos mares gélidos do Canadá e do Alasca, o urso polar sofre as consequências do aquecimento global.

De forma inovadora e empolgante, a série ambiciona trazer ao maior número de habitantes do planeta conhecimentos básicos sobre essas espécies e seus territórios ameaçados pelo crescimento demográfico do homem.

Primeiro episódio – Onça pintada

O primeiro episódio da série conta a história de Lenda, uma jovem fêmea de onça pintada que habita o Parque Nacional das Emas, em Goiás, com seus filhotes. Em paralelo, o documentário acompanha o trabalho de uma equipe de cientistas liderada pelo biólogo Leandro Silveira e que observa a onça há alguns anos. Graças a um radio-colar, o grupo consegue rastreá-la, sempre respeitando o princípio de não interferir nos seus hábitos ou nas dificuldades que ela enfrenta.

A aventura de Lenda começa quando perde seus filhotes entre as garras de outra onça. Forçado a procurar terras mais acolhedoras, o felino inicia uma jornada incerta até o corredor ecológico do Parque do Xingu, em Mato Grosso, onde terá mais chances de sobreviver e procriar.

É uma longa e perigosa viagem que a equipe de Leandro Silveira acompanha com crescente angústia. Para comer, a onça se torna uma caçadora de gado. Seus novos hábitos alimentares a forçam a desviar de sua trajetória e invadir fazendas, onde atiça a ira dos agropecuaristas com os quais os biólogos tentam estabelecer laços de amizade e cooperação.

Mas o princípio de não interferência dos cientistas é realmente posto a dura prova quando se torna necessário trocar a bateria do radio-colar. Começa, então, uma corrida contra o tempo. Os cientistas não podem perder o sinal e o rastro de Lenda em uma região infestada, também, por caçadores de peles exóticas. Não há outra solução a não ser capturar a onça, antes que seja tarde.

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