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23/09/2011 - 14h23m

A relação entre a TV e o cinema

Programa Revista do Cinema Brasileiro traz personagens que fazem sucesso nas grandes e pequenas telas e entrevista a roteirista Adriana Falcão

A relação entre a TV e o cinema

Iranei Barreto e Ascom/EBC-TV Brasil


O cinema causou espanto e admiração ao mostrar pela primeira vez imagens em movimento. Ele mudou as idéias, os hábitos, transformou padrões e foi absoluto até o surgimento da televisão. Mas as telinhas que se espalharam por dentro das casas não anunciavam o fim do cinema, apenas uma mudança na maneira de assistir. O Revista do Cinema Brasileiro deste sábado, dia 24, 20h30, vai falar sobre essa relação entre o cinema e a televisão, que cria a cada dia novas possibilidades para os personagens e suas histórias. O programa é uma produção da TV Brasil e vai ao ar em Alagoas pela TV Educativa (TVE).


A apresentadora Maria Luisa Mendonça recebe no estúdio a escritora Adriana Falcão, que além dos livros também escreve para o teatro, cinema e televisão. Adriana assinou roteiros de grandes sucessos do cinema brasileiro, como O Auto da Compadecida e O Ano em Que Meus Pais Saíram de Férias. No Revista desta semana, ela fala sobre a diferença entre escrever para o cinema e para a televisão, e ainda conta qual foi a sensação de ver pela primeira vez seus textos encenados nos palcos e representados nas telas.


O programa deste sábado mostra também os personagens que nasceram na televisão e vêm ganhando os cinemas. É o que acontece na comédia Giovanni Improta, inspirada no personagem de José Wilker na novela Senhora do Destino. Além de interpretar o protagonista, um contraventor que sonha com a ascensão social, Wilker faz sua estreia na direção de um longa.


E para mostrar como as novelas têm o poder de influenciar o nosso comportamento, o Revista traz uma reportagem sobre o filme A Novela das Oito, de Odilon Rocha. A história se passa na década de 70, quando a novela Dancin’ Days era um sucesso e lançou moda por todo o país.


Esta edição também vai falar sobre o filme O Diário de Tati, do diretor Mauro Farias. Baseado no livro de Heloísa Périssé, que primeiro ganhou uma adaptação para a televisão, o longa entra no universo adolescente cheio de pequenos grandes problemas.


Em uma reportagem especial, o Revista traz uma boa notícia para o cinema brasileiro: um estudo da Agência Nacional do Cinema (Ancine) indica que os canais de televisão aberta estão incluindo mais filmes nacionais em suas programações.

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