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06/07/2011 - 10h37m

A Grande Música comemora dez anos no ar

Programa renova seu cenário e ganha nova programação visual

A Grande Música comemora dez anos no ar

Maestro Schiller no novo cenário de A Grande Música

 

Iranei Barreto e Assessoria de Comunicação/EBC-TV Brasil

 

A Grande Música celebra dez anos de programa com cara nova. A partir desta quinta-feira, dia 7 de julho, às 23h, a atração comandada pelo maestro José Schiller, renova seu cenário, ganha novo formato e terá outra programação visual. O que permanece é o compromisso de divulgar a música clássica na TV pública e aberta. O programa vai ao ar pela TV Educativa de Alagoas (TVE).

O programa estreou em 2001 com a proposta de acompanhar a temporada musical de concertos. Naquele período, esteve presente nos principais teatros, espaços culturais, igrejas, museus, e outros locais dedicados à música erudita, no Rio de Janeiro e em outras cidades do país. Hoje, A Grande Música é referência para o público de música de concerto, além de contribuir com a formação de plateia para o gênero.

Para festejar em grande estilo, a edição de quinta-feira apresenta um ciclo dedicado aos parceiros que garantiram a diversidade das temporadas musicais de concerto e as variedades do programa ao longo de sua história.

A mostra começa com a Orquestra Petrobrás Sinfonica (OPES) e seu regente titular, o maestro Isaac Karabtchevsky. A música sinfônica abre o programa com o “Batuque” da suíte “Reisado do Pastoreio”, talvez a peça mais popular de Oscar Lorenzo Fernandez, que é um dos compositores fundamentais da escola nacionalista brasileira.

O maestro José Guadalupe Flores é um dos parceiros tradicionais da OPES. Em um de seus concertos como regente convidado, apresentou a “Dança Ritual do Fogo”, do “Amor Bruxo”, do compositor espanhol Manuel de Falla.

O polonês Krysztof Penderecki criou símbolos e recursos de notação musical que ampliaram as perspectivas de composição para a vanguarda musical. O próprio Penderecki regeu algumas de suas obras à frente da Orquestra Petrobrás Sinfonica, e foi uma presença histórica no programa com a “Polymorphia”.

Uma das obras mais populares do repertório sinfônico é a “Quinta Sinfonia” de Beethoven, que o maestro Isaac Karabtchevsky domina como poucos e faz parte de sua história como regente. O programa fecha com essa obra que tem seu tema associado às batidas do destino.

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